Dando pro gringo gostoso

Oi gente, me chamo Fernanda, tenho 27 anos e hoje vim compartilhar com vocês algumas das experiências reais que estou acostumada a viver. Sou professora em Fortaleza e, por causa dessa profissão e de vir de uma família conservadora, preciso sempre me manter recatada nos meus relacionamentos.

Sou noiva há um tempo, mas ele não consegue me satisfazer completamente e por isso faço algumas viagens nas férias para lugares diferentes, onde eu posso mostrar minha personalidade verdadeira e soltar a vadia que vive em mim. Nessas horas eu deixo de ser a Fernanda, a professora comportada, evangélica e conservadora, e viro Fezinha, a prô facinha que devora os homens.

A história que vou contar para vocês aconteceu em Jericoacoara, Ceará e, acreditem, é totalmente verídica. No início de fevereiro de 2020 eu ainda estava de férias, então resolvi viajar, mas sem sair do Ceará e escolhi ir para Jericoacoara pois é um lugar lindo e tem poucas pessoas daqui, a maioria dos frequentadores são de longe e não tinham riscos de eu me expor ou acabar encontrando conhecidos.

Para a ocasião, comprei algumas roupas bastante diferentes das que estou acostumada a usar no dia a dia: uns shortinhos, vestidos tomara que caia, calcinhas fio dental e um biquíni minúsculo rosa que deixava só a poupa da bunda à mostra. Sou uma morena jambo, quase mulata, meus cabelos batem nos ombros, tenho 1,66m de altura, uma bunda redondinha e arrebitada, seios grandes e fartos e um sorriso sedutor e bastante fácil. Meu noivo, Leandro, ficou em Fortaleza por conta do trabalho e tem confiança total em mim.

Fiz uma reserva em uma pousada por seis dias e, ao chegar em Jericoacoara, fui praticamente possuída por Fezinha e abandonei a Fernanda em minha cidade. Cheguei na pousada, fiz o check-in e fui até o quarto misto coletivo, procurando me ambientar e conhecer as pessoas. Pude observar diversos turistas, alguns israelenses, alemães, argentinos, e o clima no local era bastante agradável, rejuvenescedor e alegre.

Coloquei meu lindo biquíni minúsculo, um vestido curto de alça e, por estar cedo, resolvi ir à praia mais distante para fazer uma caminhada. Havia poucas pessoas na areia, então estendi uma toalha, tirei meu vestido e me deitei de bruços, deixando meu bumbum para cima desfrutando do sol ameno, o clima me deixou sonolenta e acabei cochilando. Foi nessa situação preguiçosa que, de repente, escutei a voz de um homem:

– Hola, desculpame, yo puedo dejar mis cosas con você para me meter en mar?

O homem estava desenrolando algo parecido com um portunhol, assim me deixou sem voz, praticamente paralisada. Era um moreno alto, bastante musculoso, com uma linda carinha de bebê, mostrando seu belo sorriso.

– Ah cla, cla… claro! Pode deixar! – o respondi gaguejando enquanto ele deixava sua mochila ao meu lado e saía correndo em direção ao mar, mergulhando ao chegar.

Sentada na areia e passando um bronzeador em meu corpo, fiquei observando cheia de malícia aquele homem delicioso que logo voltou do mar.

– El água está fría, pero muchas gracias, me chamo Miguel – ele se apresentou.

– Me chamo Fernanda, sou de Fortaleza, mas pode me chamar de Fezinha. E você, é de onde? – questionei.

–  Soy de Bariloche, Argentina, estoy acá de férias, soy instrutor fitness e necessito un poco descanso e você Fezinha?

– Bom, eu sou professora, também estou de férias, descansando.

E então nós começamos a trocar uma ideia enquanto eu continuava passando bronzeador na pele, até que cheguei nas costas e não conseguia alcançar direito, o que fez com que Miguel se oferecesse:

– Puedo ayudarte?

Aceitei rapidamente e fiquei deitada de bruços, fechei meus olhos enquanto aquele gostoso deslizava suas fortes e enormes mãos pelas minhas pernas e costas, até que, de repente, Miguel começou a massagear minha bunda lentamente, fazia movimentos circulares e, mesmo com os olhos fechados, estava sentindo um misto de vergonha e tesão, pois eu sabia que o fio do biquíni estava tão enfiado que ele conseguia ver meu cuzinho com os movimentos.

Isso durou por volta de dez minutos e, assim que eu fiquei relaxada, Miguel se desculpou e disse que precisava encontrar sua namorada, que ficou na pousada. Saber daquilo foi como um balde de água fria, mas ele sugeriu que eu fosse até sua pousada de noite, onde teria uma festa e eu poderia me entrosar com os outros já que estava sozinha.

Quando nos despedimos, Miguel deu um beijo que era para ser em minha bochecha, porém escapou para a minha boca e, ao me olhar com uma cara de safado, ele disse:

– Te vejo más tarde.

Não consegui parar de pensar em Miguel durante o resto do dia… que tesão de homem, 23 aninhos! Às 21h eu estava pronta para a festa, vestia uma micro calcinha que era engolida meu meu rabão, um shorts jeans curto que mostrava a poupa do bumbum, um bustiê vermelho de crochê e sem sutiã, bem como uma PUTA!

A pousada dele não era tão longe e, ao chegar, me deparei com um ambiente bem festivo, com muita gente bonita, música eletrônica e várias bebidas. Obviamente eu chamei a atenção dos caras e, aliás, tinha cada gatão! Peguei um drink e comecei a dançar sem enrolar, à meia luz, mexendo o corpo todo de maneira provocativa.

Procurei por Miguel, mas não o encontrei e, no terceiro drink, uma visão dos anjos estava à minha frente, um homem gatissimo loiro se aproximou, me convidou para dançar e me puxou pelas mãos. Logo descobri que ele era italiano e se chamava Giovanni.

No momento que o lugar ficava escuro, ele colava seu corpo no meu e falava coisas no meu ouvido, enfiando sua língua em minha orelha algumas vezes. Eu que já não estava mais sóbria, apenas sorria, o beijava de forma selvagem, seus lábios eram vermelhos e carnudos, seus olhos azuis penetrantes, e o voluma em sua calça era grande quando nos abraçávamos.

De repente Giovanni me pegou pela mão e me levou para uma parte externa e mais escura, a gente parou debaixo de uma árvore, recebendo uma luz da lua que deixou o rosto dele ainda mais bonito. Nos pegamos como loucos, Giovanni apertava minha raba enquanto me devorava, me beijando, por baixo do shorts, enfiava fundo seus dedos na minha buceta e, às vezes, no meu cuzinho. Então ele colocou minha mão em sua calça e eu pude sentir sua rola enorme e dura, que já estava pulsando e era grossa.

Giovanni abriu o zíper de sua calça e colocou aquele pauzão pra fora, me fazendo bater uma punheta pra ele, e eu obedecia como uma putinha. Logo ele me puxou pelo cabelo, me colocou de joelhos e me mandou chupar aquela pica gigante, e eu mamava como louca, a cabeça vermelha mal cabia na minha boca, ele batia com o pau na minha cara e também me dava tapinhas no rosto, enquanto eu já estava praticamente possuída, babando na sua pica e falava:

– AI GIOVANNIIII!!!!

De repente eu senti um delicioso jato quente espirrando no meu rosto, minha cara completamente lambuzada da porra do Miguel mostrava a vadia da Fezinha. Eu disse que ia ao banheiro para me lavar e ele me deu um tapão na raba assim que virei de costas. Cheguei ao banheiro, me lavei ainda com as pernas bambas e, assim que saí de lá, dei de cara com Miguel:

– Oi Fezinha.

Mas essa  já é uma outra história, e que eu posso contar depois para vocês.

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