O funcionário gostoso do meu pai

Esta história que eu vou contar para você aconteceu mês passado.

Eu sou o Nicolas! Tenho 27 anos, sou branco, tenho 1,80m de altura, peso por volta dos 85kg. Tenho cabelos e olhos castanhos, um estilo bastante jovem, por esse e outros motivos todos dizem que não pareço ter minha idade, pareço mais novo. Meu pai é dono de uma empresa que trabalha com máquinas de grande porte e eu trabalho lá como contador, faço a contabilidade da empresa para ele desde a época em que eu estava na faculdade.

Um dos funcionários do meu pai está lá há bastante tempo, ele se chama Felipe e tem 41 anos. Para descrever o Felipe, posso dizer que ele é um homem magro, bronzeado, com um cabelo no estilo militar, braços fortes, com aproximadamente 1,75 de altura e belos olhos claros.

O Felipe é basicamente o braço direito do meu pai na empresa, mas os dois não se dão muito bem fora do trabalho. Meu pai reclama pois acha o Felipe meio “porra louca”, fiz que ele tem 41 anos e, ainda assim, vive gastando com mulher e farra em seu tempo livre. Meu pai, por ser religioso, não gosta disso e o critica.

Eu e o Felipe sempre nos demos bem, todas as vezes que vou à empresa nós trocamos uma ideia, fumamos um baseado e ficamos bem de boa (risos). Pois então, a empresa do meu pai acabou tomando um processo de um ex-funcionário que morava em outra cidade. O meu pai rapidamente decidiu que eu ia representar ele em uma audiência e pediu que o Alexandre fosse comigo e me levasse em seu carro para essa cidade, que ficava a aproximadamente uns 400km de onde nós moramos.

E foi nessa viagem que tudo começou. A caminho da cidade, viajamos o trajeto inteiro ouvindo música e conversando, fizemos o que tínhamos que fazer referente à audiência e ao processo, e decidimos descansar em um hotelzinho na beira da estrada mesmo, dormir por lá pois estávamos muito cansados.

Logo quando chegamos no quarto, eu fui direto tomar um banho. Nós acabamos dividindo o mesmo quarto, que tinha duas camas de solteiro. Assim que saí do banho, vi Felipe deitado de cueca, fumando um baseado. Ele estava extremamente gostoso, eu nunca tinha visto esse homem sem camisa, muito menos só de cueca! Ele tinha um corpo definido, uma barriga trincada na medida certa e suas pernas eram bastante torneadas. Na cueca preta era possível ver um volume discreto, mas que me parecia promissor.

– Então agora você está bem à vontade, hein Felipe?

Nesse momento eu deitei já de banho tomado e de toalha, pedi um baseado pra ele. Felipe me passou um e nós ficamos conversando e fumando por umas duas horas. A nossa conversa tratava de assuntos cotidianos, algumas bobagens e coisas do tipo, esse homem era muito engraçado!

– Já que você está tão à vontade, eu vou ficar à vontade também!

No que eu disse isso, tirei minha toalha e me deitei totalmente peladão na cama. Me deu vontade de ficar pelado ali mesmo assim que a onda bateu. Nesse momento, Felipe virou para mim e disse:

– Porra, Nick, nem pra você virar de bunda! Não tô a fim de ver essa rola! Vira essa bunda aí, vai…

E eu morri de rir. Peguei na minha rola meia bomba e comecei a balançar rindo e apontando pro Felipe.

– Ah já que você ficou pelado, eu também vou ficar – ele disse.

Assim que terminou de falar, ele tirou a cueca e ficou completamente pelado na cama dele, deitado. A pica dele estava mole, mas já conseguia ver que era bem grosso e bonito. Tinha pouco couro na cabeça da rola. Era uma delícia.

– Fala aí, o que você acha de aproveitar que nós estamos aqui e chamar algumas putas pra gente fuder? – ele disse.

Eu aceitei, então ele pegou seu celular e começou a procurar pelas prostitutas na internet. Nós ligamos para umas duas ou três, mas nenhuma delas atendia naquele horário. Enquanto ele via as fotos das mulheres, Felipe começou a ficar de pau duro e nós começamos a ficar mais perto um do outro. Eu estava praticamente sentado na ponta da cama dele, e ele deitado com o celular em mãos, me mostrando todas as fotos.

Eu não conseguia tirar os olhos daquela rola dura, parecia medir uns 16 centímetros, era uma rola perfeita, na medida certa. Nesse momento eu acabei criando coragem para dar algumas investidas, colocava a mão nas pernas dele rapidamente quando a gente conversava, me aproximava bastante, encostando meu corpo no dele de alguma forma, na hora em que me passava o beck.

Uma hora eu fui ao banheiro para mijar e ele veio logo atrás de mim.

– Ah, então, já que não deu certo as putas, você podia colocar esse rabão pra jogo, né? – ele disse, me dando um tapa na bunda.

Eu me virei na mesma hora e peguei na pica dele, como se a gente estivesse brincando. Ele desviou e deu outro tapão na minha raba, ainda dentro do banheiro. E a gente ficou nisso durante uns minutos, nessa brotheragem, brincando. Até que a brincadeira foi ficando mais séria e ele me pegou por trás e começou a roçar o pau dele em mim. E eu obviamente deixei.

Ele percebeu que eu estava a fim e, a partir daí, foi só festa. Eu comecei a chupar o pau dele loucamente e ele, ainda incrédulo, só conseguia gemer. Eu babava na cabeça da rola dele, eu engolia até não conseguir mais e punhetava aquela delícia de pica.

– Não té possível que eu tô recebendo um boquetão do Nicolas! – ele falava, sem acreditar.

Eu estava tão chapado com os becks, que perdi totalmente a noção e, inclusive, a vergonha. Logo depois eu disse:

– Ta gostando então, safado? Quero ver você me comer agora.

Ele ficou completamente doido! Me arrastou até a cama, me colocou de quatro e botou a cara no meu rabão.

– Que rabão cheiroso e rosinha, Nick. Eu poderia morrer com a cara aqui.

Nisso ele continuava metendo toda a cara, até o nariz, a boca, seguia esfregando todo o rosto dele na minha bunda. Foi uma sensação maravilhosa, muito boa. Ele não cansava de me lamber, me chupar, e me dar tapas. De repente, o vi tirando uma camisinha da carteira e ele me disse que ia meter, então eu continuei de quatro ali. O Felipe encostava só a ponta da rola dele na bordinha do meu cu e ele gritava de prazer, falava que ainda não estava acreditando que ia comer um cuzao desses.

Então ele começou a socar devagar, com todo o cuidado, me perguntou se estava bom e eu respondi que sim, estava incrível. E realmente estava. A pica dele era do tamanho perfeito para dar sem sentir dor.

– Mete mais, cara! Vai! Eu tô com o meu cuzinho piscando!

Nisso ele nem hesitou e meteu a rola inteira. Que delícia. Pude sentir cada centímetro, cada pedacinho quente do pau dele dentro de mim e a minha pica latejava de tanto prazer. Ele começou a socar mais forte, fazendo aquele barulho delicioso das bolas batendo na minha raba. Aquilo ali era como música para os meus ouvidos.

O movimento de vai e vem estava perfeito. Ele, enquanto socava, puxava meu cabelo, falava umas putarias no meu ouvido e colocava seus dedos dentro da minha boquinha. Felipe era bem safado, falava que meu cuzinho era delicioso, que ia me comer a todo instante agora e que eu ia ser a vadiazinha dele.

Nós mudamos de posição diversas vezes, ele era uma máquina de sexo. Ele não tinha tomado banho ainda e era mecânico, então estava com um cheiro de suor que NOSSA… tudo ficava ainda melhor. Logo depois ele me colocou de frango assado e passou a socar ainda mais forte. O meu cuzinho rosinha piscava muito e apertava o pau dele, o que o deixava ainda mais doido.

Na hora do frango assado eu não consegui aguentar, enquanto eu via aquele homem em cima de mim, me socando e olhando nos meus olhos, combinado com a pica dele bem funda em mim, eu acabei soltando um jato muito forte de porra. E o Felipe, totalmente safado, ficava me chamando de vadia e falava que minha bucetinha estava gozando. Nesse momento ele tirou o pau de mim e o colocou na minha boca, ele se punhetava também, e gozou tudo, inclusive no meu peito.

Nós acabamos dormindo ali mesmo, abraçados um ao outro e na mesma cama de solteiro. O cheiro de macho que ficou no quarto de hotel era enlouquecedor. Assim que acordamos, mais coisas aconteceram, mas isso eu deixo para contar em uma próxima história…

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