O novinho do prédio

Oi pessoal, me chamo Valéria e sou uma executiva muito bem sucedida, bonita e muito independente. Tenho 39 anos, mas sempre me dizem que não parece, as pessoas que me conhecem acreditam que tenho uns 10 anos a menos, mas enfim, o que importa é que eu transei com o novinho do meu prédio.

Moro há cerca de três anos em um prédio de classe média num bairro nobre do Rio de Janeiro. Desde o momento que me mudei, um morador daqui, bem jovem, por volta de seus vinte e poucos anos, tenta puxar assunto comigo e até já me convidou para assistir algumas das apresentações musicais da sua banda. Eu achava que ele era bem legal, mas nunca imaginei que pudesse, na realidade, estar flertando comigo.

Um certo dia, cheguei em casa de uma festa e vi alguns jovens sentados na portaria, inclusive o novinho. Fiz uma brincadeira com eles e segui caminho até meu apartamento, estava totalmente arrumada, bonita mesmo. Pouco tempo depois, escutei um leve barulho na porta, como se estivessem batendo com cuidado, baixinho, então verifiquei no olho mágico e vi que era meu vizinho.

Convidei o homem para entrar já abrindo a porta, ele disse que não conseguiu resistir à vontade de falar comigo, porque eu estava maravilhosa. Mais uma vez ele me perguntou sobre quando nós iríamos tomar uma cervejinha juntos e eu disse que vamos marcar, mas ele reclamou, me disse que eu o estava enrolando e me pediu uma data. Para que ele não precisasse me visitar daquela maneira novamente, dei meu número para ele, que disse que iria me ligar em breve e foi embora.

Após alguns dias, esse meu vizinho me ligou, cobrando a cervejinha. Eu cheguei a desviar o assunto, mas ele seguiu me cobrando uma data, então eu disse que semana que vem estaria mais tranquila, mas obviamente era uma desculpa, não estava em meus planos sair com ele.

Nesse dia marcado em questão, ele havia me ligado da casa dele durante a noite e me questionado se nós iríamos sair e se ele poderia me visitar. Eu concordei e ele subiu, nós trocamos uma ideia, e acabei me animando para tomar uma cervejinha em um bar próximo ao nosso prédio.

O papo foi ótimo e o meu vizinho se mostrou bastante inteligente, bem interessante e um tanto galanteador, durante a noite toda seguia me chamando de inteligente, de linda, etc.

Quando voltamos, ele deveria ter ido para a casa, mas insistiu em me acompanhar até a minha. Assim que entramos no elevador, ele me puxou para perto e me beijou. Nós entramos em meu apartamento e ele rapidamente me encostou na parede enquanto tirava a minha blusa para ver meus peitos. Meu vizinho novinho e gostoso chupou muito os meus seios e nos sentamos no sofá ao mesmo tempo em que ele beijava meus seios, minha boca e minha nuca.

Depois disso ele desabotoou meus jeans e ameaçou colocar a mão, foi quando eu resolvi convidá-lo para o meu quarto. Ao longo do caminho tirei a calça que eu estava vestindo e fiquei só de calcinha, e, mesmo ele continuando vestido, começou a chupar minha buceta com gosto. Chupava bem gostoso, dando leves mordidas no meu grelinho, por muito tempo, e só a imagem daquele novinho lindo e gostoso me chupando me fazia abrir as pernas cada vez mais para ele.

Eu já estava completamente doida quando pedi para que ele tirasse a roupa, e ele deu risada falando que não tinha noção de que eu era safada desse jeito, que se soubesse disso antes já tinha me comido.

O novinho tirou a roupa, ficando só de cueca, mas eu não me segurei e enfiei a mão lá dentro, puxei o pau dele pra fora e comecei a mamar com muita vontade. Ele estava sem acreditar! Logo depois pedi pra ele:

– Me come agora… vai…

Então ele colocou a camisinha e deitou por cima, encaixando a sua rola dura todinha na minha bucetinha totalmente molhada. Ele meteu bem forte, e então mandou eu ficar de quatro e não parou de socar tudinho, estava quase machucando. Depois eu me sentei em seu colo e rebolei muito a minha bucetinha na pica dura dele, ele continuava me fudendo demais e foi assim até não poder mais, e nós gozamos.

Ele me disse que precisava ir embora, não tinha avisado sua mãe e sua namorada estava correndo atrás dele, mas me questionou se poderia voltar em outras ocasiões para me comer mais e eu respondi ainda em êxtase, respirando fundo:

– Claro que pode!

O meu vizinho me propôs uma ideia, que todas as vezes que eu estivesse sozinha e com vontade de ser comida, poderia ligar pra ele e resolveria. Achei uma ótima combinação e nós já repetimos a transa diversas outras vezes!

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